18/03/2013

Joana Rainha

Joana Rainha, “Que as coisas sejam realmente o que parecem ser”, 2013
 
 

Eu nasci da minha mãe. E pouco mais há que saber.
O meu trabalho é maioritariamente auto-refectivo e por vezes assume a posição de experiência.
Pretende provar a sua razão. Nos últimos meses tenho vindo a desenvolver pequenos
projetos cuja referência comum é o dinheiro, como objecto e como culto, como impulsor de mercadoria.
A pintura, nalguns casos, surge como base e não como objecto-pintura.
A minha relação com a pintura só a mim me diz respeito; aquilo que eu mostro diz respeito a toda a gente.

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