31/07/2008

Vinheta III - 18/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 18/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

30/07/2008

Vinheta III - 17/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 17/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

29/07/2008

Vinheta III - 16/33


I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 16/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

28/07/2008

Vinheta III - 15/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 15/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

27/07/2008

Vinheta III - 14/33


I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 14/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

26/07/2008

Vinheta III - 13/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 13/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

25/07/2008

Vinheta III - 12/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 12/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

24/07/2008

Vinheta III - 11/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 11/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

23/07/2008

Vinheta III - 10/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 10/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

22/07/2008

Vinheta III - 9/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 9/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

21/07/2008

Vinheta III - 8/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 8/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

20/07/2008

Vinheta III - 7/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 7/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

19/07/2008

Vinheta III - 6/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 6/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

18/07/2008

Vinheta III - 5/33

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I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 5/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

17/07/2008

Vinheta III - 4/33

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I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 4/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

16/07/2008

Vinheta III - 3/33

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I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 3/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.
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15/07/2008

Vinheta III - 2/33

I. Salt., 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 2/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008.

14/07/2008

Vinheta III - 1/33

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I. Salt, 19. 54. N., 75. 09. W., (pormenor 1/33), óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm, 2008
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13/07/2008

What do you expect from an art institution in the 21st century

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NOT MUCH. Based upon passed performance
Lawrence Weiner, in What do you expect from an art institution in the 21st century, Paris, Palais de Tokio, 2001, p.89.
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10/07/2008

What do you espect from an art institution in the 21st century?

Uma publicação editado pelo Palais de Tokio, em 2001, cujo título é O que espera de uma instituição artística no século XXI?, no seu inicio foi motivada clara e naturalmente pelp interesse próprio da instituição em saber qual o papel que poderia desempenhar no meio em que estava inserida. Mas o vastíssimo conjunto de respostas que contém, dadas pelos mais variados sectores intervenientes no mundo actual da produção e divulgação da arte, deixou um debate continuado e momentos oportunos para muitas reflexões.
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What do you expect from an art institution in the 21st century?
I expect an art institution to render the art more interesting than the institution.

Jean-Max Colard, Les Inrockuptibles
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06/07/2008

Mostly Mozart

«I cannot write in verse, for I am no poet. I cannot arrange the parts of speech with such art as to produce effects of light and shade, for I am no painter. Even by signs and gestures I cannot express my thoughts and feelings, for I am no dancer. But I can do so by means of sounds, for I am a musician.» Wolfgang Amadeus Mozart

05/07/2008

Lagoa Henriques

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«O grande problema do nosso tempo é conciliar a técnica com a ética, a estética e a poética.»
Esta frase tem sido a chave de vida de Lagoa Henriques e o princípio ordenador do seu processo criativo.
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04/07/2008

Plinio

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«La question des origines de 1a peinture est obscure et n'entre pas dans le plan de cet ouvrage. Les Égyptiens déclarent qu'elle a été inventée chez eux six mille ans avant de passer en Grèce: vaine prétention, c'est bien évident. Quant aux Grecs, les uns disent que le principe en a été découvert à Sicyone, les autres à Corinthe, et tous reconnaissent qu'il a consisté à tracer, grâce à des lignes, le contour d'une ombre humaine: ce fut donc là, selon eux, la première étape; dans la seconde, on employa les couleurs une par une, d'où le nom de monochrome usité quand on eut trouvé un procédé plus complexe, et cette méthode est encore en usage aujourd'hui».
Pline L'Ancien, Histoire Natturelle XXXV, La Peinture, Paris, Société d' édition Les Belles Lettres, 1997, p. 15.
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02/07/2008

Günther Förg

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Gunther Forg, sem titulo, 2007


A Galeria Filomena Soares até tem exposto um processo de Pintura pertinente e enquadrável no contexto do nosso tempo. O gesto, a repetição, os ritmos e a policromia pardacenta são os elementos da sintonia destas composições abstractas.
No entanto, nestas «New Paintings» não entendi a figuração de uma auto representação, explícita no canto superior direito, em quase todas as obras, sob a forma de um autógrafo de grandes dimensões.
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Galeria Filomena Soares, Günther Förg, New Paintings, 2008-06-19 2008-09-20.

01/07/2008

Bill Viola e James Turrell

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Quando a Pintura utiliza o vídeo ou a luz como médiuns encontramos no trabalho de Bill Viola ou James Turrel dois processos diferenciados mas ao mesmo tempo muito convergentes por causa do pensamento pictórico implicado e explicito na totalidade das suas obras.
Entre Junho e Setembro (até 9) podem ser vistos no Museu Regional de Faro dois trabalhos destes dois autores:
Bill Vila, Il Vapore, uma instalação vídeo de 1975.
James Turrel, Fargo, Blue, uma projecção de 1967.
Para mais informação recomendamos uma visita a Bill Viola ou a James Turrel.
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