«L’art contemporain ne se divise pas en art profane et l’art sacré. Il est profondément humain, expriment les cris, les souffrances, les joies, les attentes, la soif spirituelle des hommes. Il est appel au dialogue. En cela, il est sacré».
Robert Pousseur, Les artistes, sculpteurs d’humanité, éditions Desclée de Brouwer, Paris, 2002, p. 52.
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