21/03/2014

Publico das coisas da arte & religião alternativa para ateus


«One theme that runs through the narratives of  Seven Days in the Art World is that contemporary art has become a kind of alternative religion for atheists»  (Sarah Thorntom, Seven Days in the Art World, W.W. Norton  Company, 2008, p XIV).
Sendo Portugal um povo de formação eminentemente cristã, percebe-se porque não existe público para «as coisas da arte.»

10/01/2014

Takashi Murakami’s New York Studio Is Definitely Not Psychedelic

Japanese Superflat founder Takashi Murakami’s New York studio and office, an outpost of his company Kaikai Kiki, is pretty much the opposite of the artist’s crazily colorful, hallucinogenic work. The building, created by HWKN architects, is elegantly minimal, precisely controlled, and flexible for art production purposes. 






01/12/2013

CITOR



«....O enorme e profundo impacto exercido fundamentalmente pelas tecnologias da informação e comunicação em estreita relação com os dispositivos tecnológicos de matriz digital, que procuram mimetizar ciberneticamente a plasticidade do pensamento humano, acabaram por instaurar uma dimensão cujo axis mundi é o computador entendido como extensão cerebral indispensável e imprescindível à escala do indivíduo, dispositivos esses que interagem à escala planetária, interferindo com todas as actividades humanas e sem os quais não se pode existir. Percebemos que teremos de lidar e coexistir com máquinas que representam formas de domínio draconiano de mega empresas que estão a privatizar as tecnologias intelectuais humanas capazes de modelar, no presente, as mentes humanas mas que futuramente arquitectarão organismos patenteados e com um limite de duração devidamente calculado. ..» (Hugo Ferrão)

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30/11/2013

Uma proposta mitodológica

O Livro Vermelho de Carl Jung, 55ª Bienal de Veneza, 2013



Comunicação e imaginário - uma proposta mitodológica

Ana Taís Martins Portanova Barros
Resumo:

A relação com o real é discussão estratégica no campo da Comunicação. Dada a importância cada vez mais reconhecida do imaginário na construção de realidades, este artigo propõe uma metodologia de estudo de imagens simbólicas específica para a Comunicação, área na qual o imaginário, apesar de não ser ignorado, não é estudado empiricamente. Recenseiam-se as questões lexicais e heurísticas ligadas ao termo imaginário, bem como algumas noções-chave provenientes dos Estudos do Imaginário, a saber a de imaginação material, sincronicidade, arquétipo, illud tempus e mito. Busca-se na Teoria Geral do Imaginário de Gilbert Durand a mitodologia como proposta para a pesquisa em Comunicação, exemplificando sua aplicação.

A Pintura na relação Artes, Ciências & Humanidades

A Pintura na relação Artes, Ciências & Humanidades Ilídio Salteiro, 2011. Resumo: As artes não servem apenas para iluminar as ciên...